1. Usa valores realistas
Não coloques valores ideais. Coloca aquilo que acontece mesmo. Se gastas 220 € em alimentação, não coloques 150 € só porque gostavas que fosse esse o valor.
Organiza dívidas e prioridades de pagamento. O progresso fica guardado só neste navegador.
Uma ferramenta financeira só é útil quando ajuda a tomar uma decisão concreta. Antes de introduzires valores, pensa primeiro no que queres descobrir: se consegues poupar mais, se uma despesa cabe no orçamento, se um rendimento é suficiente ou se precisas de criar uma margem de segurança.
No FaturaCerta, a lógica é simples: perceber o dinheiro que entra, perceber o dinheiro que sai e transformar essa informação em decisões mais calmas. A maioria dos problemas financeiros não começa por falta de inteligência, mas por falta de visibilidade. Quando não sabes exatamente para onde vai o dinheiro, qualquer decisão parece nevoeiro.
Não coloques valores ideais. Coloca aquilo que acontece mesmo. Se gastas 220 € em alimentação, não coloques 150 € só porque gostavas que fosse esse o valor.
Experimenta um cenário normal, um cenário apertado e um cenário otimista. Isto mostra se o teu plano é robusto ou se depende de correr tudo perfeito.
No fim, escolhe uma ação pequena: cortar uma subscrição, aumentar poupança em 20 €, criar reserva ou rever uma despesa fixa.
Se sobra muito pouco, talvez o plano funcione no papel, mas não aguente imprevistos.
Despesas fixas altas reduzem liberdade. Renda, carro, créditos e contratos merecem revisão cuidadosa.
Um orçamento bom não é aquele que funciona uma semana; é aquele que consegues repetir.
Escolhe uma ação simples e com prazo. Por exemplo: “até domingo vou cancelar uma subscrição” ou “vou guardar 30 € este mês”.
Última atualização: 10/06/2026 · Informação orientadora.