IRS
Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares. É declarado anualmente e depende de rendimentos, retenções, deduções e agregado.
Ferramenta relacionadaExplicações curtas para termos que aparecem em salário, IRS, IVA, dívidas, freelancers e negócios.
Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares. É declarado anualmente e depende de rendimentos, retenções, deduções e agregado.
Ferramenta relacionadaImposto sobre o valor acrescentado. Em muitos negócios, é cobrado ao cliente e entregue ao Estado.
Ferramenta relacionadaValor retido como adiantamento de imposto. Pode gerar acerto na declaração anual.
Ferramenta relacionadaValor que entra na conta depois de descontos e retenções aplicáveis.
Ferramenta relacionadaPercentagem do rendimento mensal usada em prestações e créditos.
Ferramenta relacionadaReserva para cobrir despesas essenciais em caso de imprevisto.
Ferramenta relacionadaPercentagem do preço de venda que sobra depois dos custos considerados.
Ferramenta relacionadaPercentagem aplicada sobre o custo para chegar ao preço de venda.
Ferramenta relacionadaPonto em que receitas cobrem custos. A partir daí começa a existir lucro.
Ferramenta relacionadaRegime usado por muitos trabalhadores independentes para faturar serviços.
Ferramenta relacionadaValor que sobra depois de custos, impostos e outras despesas relevantes.
Ferramenta relacionadaPagamento parcial ou total de uma dívida/crédito para reduzir o valor em aberto.
Ferramenta relacionadaPercentagem ou valor cobrado por plataforma, marketplace, pagamento ou intermediário.
Ferramenta relacionadaDocumento ou plano que estima valores, entregáveis, condições e prazos.
Ferramenta relacionadaMeta financeira com valor e prazo definidos.
Ferramenta relacionadaUma ferramenta financeira só é útil quando ajuda a tomar uma decisão concreta. Antes de introduzires valores, pensa primeiro no que queres descobrir: se consegues poupar mais, se uma despesa cabe no orçamento, se um rendimento é suficiente ou se precisas de criar uma margem de segurança.
No FaturaCerta, a lógica é simples: perceber o dinheiro que entra, perceber o dinheiro que sai e transformar essa informação em decisões mais calmas. A maioria dos problemas financeiros não começa por falta de inteligência, mas por falta de visibilidade. Quando não sabes exatamente para onde vai o dinheiro, qualquer decisão parece nevoeiro.
Não coloques valores ideais. Coloca aquilo que acontece mesmo. Se gastas 220 € em alimentação, não coloques 150 € só porque gostavas que fosse esse o valor.
Experimenta um cenário normal, um cenário apertado e um cenário otimista. Isto mostra se o teu plano é robusto ou se depende de correr tudo perfeito.
No fim, escolhe uma ação pequena: cortar uma subscrição, aumentar poupança em 20 €, criar reserva ou rever uma despesa fixa.