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PSP · resumo anónimo · consulta online

Psicossociologia

Identidade, socialização, comunicação, violência, vítimas e intervenção.

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Secção 17 apontamentos

Formação de Agentes PSP | PSICOSSOCIOLOGIA | GUIA DE ESTUDO

PSICOSSOCIOLOGIA

RESUMO COMPLETO PARA O TESTE

Formação de Agentes PSP

COMPREENDER • MEMORIZAR • APLICAR

Foco no essencial dos materiais da Escola Prática de Polícia

Guia de estudo estruturado • revisão rápida • perguntas tipo teste

Secção 219 apontamentos

Formação de Agentes PSP | PSICOSSOCIOLOGIA | GUIA DE ESTUDO

Como usar este resumo

Um mapa de revisão concentrado no que pediste para a avaliação.

Baseado exclusivamente nos materiais de Psicossociologia do Formação de Agentes PSP disponibilizados nesta conversa e na tua Biblioteca.

CHAVE Método de 3 voltas

1) Lê para perceber. 2) Fecha o PDF e tenta explicar cada caixa DECORAR. 3) Faz o teste final e revê apenas os erros.

Prioridade Temas

MÁXIMA ERICA; assertividade; tipos de vitimação; 5 regras de ouro; violência

vs agressão; modelo ecológico; risco vs perigo; procedimentos com

crianças; TSH vs imigração ilegal; MGF “a saber”; burnout; QPR.

ALTA Identidade e socialização; diversidade cultural; etnocentrismo;

estereótipo e preconceito; atendimento e acolhimento; bullying;

maus-tratos a idosos, sobretudo contextos 3 e 4; stress nas FS.

REVISÃO Álcool na sociedade; primeira linha de atendimento; Linha Vida;

sinais de escalada da violência; fatores de risco e protetores do

suicídio.

ATENÇÃO Correção importante

A técnica E.R.I.C.A. nos teus diapositivos é: Escutar, Recapitular, Interrogar, Combinar e Agradecer. Esta é a formulação a

memorizar.

Secção 335 apontamentos

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Identidade, socialização e mecanismos

Como o indivíduo aprende papéis, normas e formas de estar.

Aula 2: Socialização, pp. 3-8.

Socialização

É o processo em que o indivíduo aprende a ser membro de um grupo social específico e da sociedade em geral. Implica

interiorizar normas, valores e crenças do meio e integrá-los na estrutura da personalidade.

Tipo Ideia essencial Exemplos

Primária Ocorre na primeira infância. Cria as bases da Higiene, linguagem, primeiras normas e

aprendizagem das regras e da habituação ao regras comunitárias.

seu cumprimento.

Secundária Integração posterior em mundos sociais Casamento/divórcio, promoção, novas

específicos. Exige adaptação a novos papéis tecnologias, mudança de residência ou país,

e formas de estar. ingresso numa profissão.

DECORAR Frase de bolso

Socialização = aprendizagem + interiorização de papéis, normas, valores e formas de estar.

Papéis sociais e identidade

O papel social de um polícia corresponde a um conjunto de comportamentos que devem ser seguidos pelos profissionais

independentemente das suas opiniões pessoais. A entrada em novos papéis pode ser marcada por “ritos de passagem”.

Conceito Definição dos diapositivos

Identidade pessoal Distingue-nos como indivíduos. É o desenvolvimento de uma noção

interna de nós próprios e da nossa relação com o mundo.

Identidade social Distingue-nos dentro de um grupo social. Relaciona-se com

características que os outros nos atribuem e que funcionam como

marcadores de quem somos.

Mecanismos de socialização

Identificação: identificação com pessoas que desempenham diferentes papéis, interiorizando atitudes, normas e princípios

que os definem.

Aprendizagem: aquisição de hábitos, atitudes e comportamentos através de imitação, repetição, tentativas e erros,

recompensas e castigos.

Agentes principais: família, escola e meios de comunicação social. A família pesa sobretudo nos primeiros anos; a escola

transmite ideais, ética básica, normas e conhecimentos; os media socializam crianças, jovens e adultos.

ATUAÇÃO Aplicação PSP

O processo de formação policial é também socialização secundária: há novos papéis, normas institucionais, linguagem,

rotinas e expectativas profissionais.

Secção 437 apontamentos

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Cultura, diversidade e preconceito

Distinguir conceitos próximos é matéria de escolha múltipla quase perfeita.

Aula 3: Cultura, Valores e Normas, pp. 2-16.

Cultura, valores e normas

Conceito Essencial

Cultura Modos de vida dos membros de uma sociedade e o seu sistema de

crenças, valores e ideias.

Valores Ideias abstratas que orientam os seres humanos na interação.

Normas Regras de conduta que incorporam e refletem os valores de uma

cultura.

Valores e normas não são imóveis. Os materiais sublinham que mudam frequentemente ao longo do tempo.

Diversidade cultural

Traços universais da cultura traduzem-se em diferentes expressões culturais. Valores e normas variam de cultura para cultura,

originando práticas e comportamentos diversificados.

Etnocentrismo, estereótipo e preconceito

Conceito Como reconhecer

Etnocentrismo Considerar o próprio grupo cultural superior e usar os seus valores e

costumes como critério “normal” para julgar depreciativamente outros

hábitos culturais.

Estereótipo Conjunto de ideias feitas ou pré-concebidas, repetidas mecanicamente

e sem fundamento.

Preconceito Atitude injustificada derivada de pré-julgamentos, muitas vezes baseada

em rumores e não em provas diretas ou contacto real.

Discriminação Prática/conduta desigual. Pode estar ligada ao preconceito, embora

preconceito e discriminação possam existir separadamente.

Racismo Preconceito ligado a distinções físicas com significado social, associado

à inferiorização, segregação e exclusão.

Xenofobia Medo, aversão ou profunda antipatia em relação a estrangeiros ou a

pessoas vistas como culturalmente “de fora”.

DECORAR Não confundas

Estereótipo = ideia generalizada. Preconceito = atitude/pré-julgamento. Discriminação = comportamento desigual.

Etnocentrismo = a minha cultura usada como régua superior.

Comportamento policial em contexto intercultural

Comunicar eficazmente em situações interculturais.

Respeitar os costumes das comunidades.

Combater comportamentos discriminatórios.

Secção 53 apontamentos

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Gerir violência e conflito, incluindo vítimas, feridos e mediação entre grupos rivais.

Lidar com medo e stress em situações difíceis.

Secção 635 apontamentos

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Gestão de conflitos, ERICA e assertividade

Comunicação controlada é ferramenta operacional, não ornamento.

Aulas 4 e 5: Gestão de Conflitos, pp. 4-43.

Competências interpessoais

A gestão de conflitos está ligada às competências interpessoais ou soft skills: ferramentas usadas na interação e comunicação.

Nos materiais surgem comunicação, liderança, escuta ativa, consciência social, autogestão, solução de problemas e

assertividade.

Técnica E.R.I.C.A.

E • ESCUTAR R • RECAPITULAR I • INTERROGAR C • COMBINAR A • AGRADECER

Letra O que fazer

E Escute o que o interlocutor lhe diz.

R Recapitule o assunto e mostre que o compreendeu.

I Interrogue com perguntas objetivas para obter o máximo de

informação.

C Combine a forma como o assunto vai ser tratado.

A Agradeça ao cidadão o facto de lhe ter colocado a situação.

DECORAR Mnemónica

Escuto → mostro que percebi → pergunto → acordo o caminho → agradeço.

Assertividade

É a expressão direta de necessidades, preferências, emoções e opiniões sem ansiedade indevida ou excessiva e sem

hostilidade. Em resumo: defender os próprios direitos sem violar os direitos dos outros.

Estilo O que acontece

Passivo A pessoa falha na expressão das suas necessidades e opiniões e

acaba por permitir a violação dos próprios direitos.

Agressivo Expressa necessidades e opiniões de forma hostil, exigente,

ameaçadora ou punitiva, defendendo os próprios direitos à custa

dos direitos do outro.

Manipulativo Expressa de forma implícita/indireta, com mensagens mistas,

procurando levar o outro a agir através de culpa, adivinhação ou

pressão indireta.

Assertivo Expressa de forma clara, direta e respeitosa, preservando os direitos

de ambas as partes.

Aptidões assertivas

Ser claro, conciso e específico.

Secção 720 apontamentos

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Usar frases na 1.ª pessoa e assumir responsabilidade pelo que se pensa/sente.

Empatizar e reconhecer o que o outro está a dizer.

Respeitar a pessoa, criticando comportamentos concretos em vez da pessoa como um todo.

Pedir mudança de comportamento de forma concreta.

Manter linguagem não-verbal concordante: espaço pessoal, postura estável, gestos moderados, expressão facial adequada,

contacto visual direto sem hostilidade e voz firme num volume estável.

ATENÇÃO Armadilha

Assertividade não elimina conflitos. Torna mais provável que o desacordo seja reconhecido e tratado por compromisso ou

por respeito mútuo das posições.

Como conduzir um conflito

PREPARAR EXPOR OUVIR RECAPITULAR DEFINIR PROCURAR NEGOCIAR AVALIAR

PROBLEMA SOLUÇÕES

Escolher, quando possível, uma altura e um local que permitam falar com calma.

Identificar o problema, expô-lo em frases simples, evitar “sempre” e “nunca”, sarcasmo e generalizações.

Não interromper. Focar no que a outra pessoa diz, não na resposta que se quer dar.

Confirmar compreensão devolvendo o essencial do que se ouviu.

Identificar conjuntamente o problema e diferenças nos resultados esperados.

Gerar soluções, negociar e aceitar que por vezes é possível apenas “concordar em discordar”.

Avaliar o resultado e fazer autoavaliação para futuras situações.

Secção 833 apontamentos

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Vitimação e 5 regras de ouro

O primeiro contacto policial pode marcar a forma como a vítima atravessa todo o processo.

Aula 6: Vitimação, pp. 3-14.

Vitimologia: evolução do olhar

Nos materiais surge a evolução histórica de perspetivas que procuravam explicações causais na própria vítima para uma

abordagem centrada em ajudar e prestar auxílio. Hans Von Hentig é referido historicamente por atribuir à vítima papéis

motivacionais/funcionais; a disciplina chama a atenção para o risco da “arte de culpar a vítima”.

ATENÇÃO Leitura correta

Conhecer teorias históricas sobre eventual contribuição da vítima NÃO significa culpabilizar a vítima na intervenção atual.

O atendimento dos diapositivos é explicitamente não culpabilizante.

Tipos de vitimação

Tipo Definição

Direta Ocorre diretamente entre duas pessoas ou entre uma pessoa e um

grupo.

Secundária Decorre das respostas dos outros, nomeadamente do aparelho de

justiça, à vítima.

Vicariante Consequências do crime sofridas por outros que não a vítima direta,

como familiares.

DECORAR Decorar

Direta = crime atinge a vítima. Secundária = resposta posterior agrava sofrimento. Vicariante = impacto chega a terceiros

próximos.

Reações da vítima e crise

As pessoas não reagem todas da mesma forma. Os diapositivos consideram possíveis e normais reações muito diferentes. A

reação depende, entre outros fatores, da tipologia do crime, do apoio de familiares/amigos/polícia/instituições e de o

agressor ser conhecido.

A duração e intensidade da crise dependem do grau de violência, da capacidade da vítima para enfrentar o problema e do

auxílio recebido após o episódio traumático.

As 5 regras de ouro

1 • CASO ÚNICO 2 • SIMPATIA E RESPEITO 3 • NÃO CULPABILIZAR 4 • INFORMAR 5 • ENCAMINHAR

DECORAR Frase de exame

Cada vítima é um caso único; merece simpatia e respeito; não deve ser culpabilizada; deve ser informada; deve ser

encaminhada.

Secção 912 apontamentos

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Apoio psicológico e policial

Prevenir o evitamento e promover o processamento emocional do acontecimento.

Prevenir novos crimes e discutir estratégias de segurança.

Recomendar o retorno progressivo às atividades.

Não aconselhar a vítima a “esquecer tudo”; incentivar partilha com pessoas de confiança.

Valorizar a denúncia e a coragem de comunicar o crime.

Usar escuta empática e normalizar as reações apresentadas.

Não criticar e valorizar tentativas prévias de proteção.

ATUAÇÃO Duas vertentes do atendimento

Nos crimes específicos, como violência doméstica, o apoio policial não se limita à vertente processual penal. Inclui também

a vertente psicossocial e o atendimento/policiamento de proximidade.

Secção 1033 apontamentos

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Violência, agressividade e agressão

Distinguir predisposição, ação e uso intencional de força/poder.

Aulas 8 e 9: Violência, Agressão e Agressão Sexual, pp. 2-23.

Três conceitos que não são sinónimos

Conceito Chave

Agressividade Característica/predisposição da personalidade para reagir

agressivamente. Nos diapositivos é também apresentada como

“capacidade de agir”.

Agressão Ação ou conduta que visa causar dano físico e/ou psicológico com

intenção de fazer mal a terceiro.

Violência Ameaça ou uso intencional de força física ou poder contra si, outra

pessoa, grupo ou comunidade, com risco de sofrimento, lesão,

morte, dano psicológico, perturbação do desenvolvimento ou

privação.

DECORAR Esquema

Agressividade = predisposição/capacidade. Agressão = ação. Violência = uso intencional de força/poder com potencial de

dano.

Elementos da violência

INTENCIONALIDADE PODER ALVO NATUREZA IMPACTO

Expressões da violência

Expressão Exemplos dos materiais

Física Empurrar, pontapear, puxar, cuspir e outras agressões físicas.

Psicológica Insultar, humilhar, ameaçar.

Sexual Participação em relações/atos sexuais com uso de força.

Privação ou negligência Ausência de prestação de necessidades básicas.

Modelo ecológico da violência

A violência é apresentada como fenómeno multidimensional resultante da interação de fatores biológicos, psicossociais,

culturais, políticos e económicos.

Nível Onde olhar

Individual Características do próprio indivíduo.

Relacional Relações próximas, incluindo família.

Comunitário Contextos como escola e comunidade.

Secção 1124 apontamentos

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Nível Onde olhar

Social Normas, políticas e estruturas sociais mais amplas.

CHAVE Fatores associados nos slides

Histórico precoce de agressão; consumo de tabaco, álcool ou drogas; baixa cognição; criminalidade parental; contexto

familiar deficitário; falta de apoio escolar e disciplina; discriminação e exclusão social.

Escalada e sinais de confronto

Sinais facilmente identificáveis: tensão no rosto e lábios; tensão na mandíbula e ranger dos dentes; golpes/pontapés em

objetos; aceleração e aumento do volume da voz.

DESENCADEANTE ESCALADA PONTO DE CRISE RECUPERAÇÃO DEPRESSÃO PÓS-CRISE

Orientações básicas perante pessoa violenta/agressiva

Atrair a atenção e usar tom de voz firme, controlado e calmo.

Separar, tanto quanto possível, o indivíduo dos espectadores.

Evitar obter informações do ocorrido na presença da pessoa violenta.

Se não houver perigo imediato, dar espaço e ter paciência.

Evitar atitude crítica, punitiva ou paternalista.

Focar o aqui e agora e o assunto que desencadeou o descontrolo.

Implicar o indivíduo no processo e facilitar soluções que canalizem a ira/frustração sem o humilhar.

Estabelecer limites de forma clara e calma quando necessário.

Ter cuidado com contacto físico.

Se a violência aumentar, proteger-se a si e aos demais.

ATUAÇÃO Objetivo operacional

Controlar condutas, garantir segurança e evitar respostas agressivas. A segurança vem antes da discussão sobre “quem

tem razão”.

Secção 1237 apontamentos

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Álcool, substâncias e primeira linha de atendimento

Paciência, segurança, legalidade e encaminhamento.

Aula 7: Alcoolismo e Consumo de Substâncias Psicotrópicas, pp. 2-22.

O álcool na sociedade

Em doses moderadas, os efeitos imediatos podem ser percebidos como agradáveis e desinibidores. A embriaguez, porém,

pode tornar a pessoa um perigo para si e para os outros. O consumo abusivo afeta o consumidor, terceiros e os sistemas

judicial e de saúde.

DECORAR Muito perguntável

O indivíduo embriagado NÃO é criminoso apenas por estar embriagado. Só o será se tiver praticado atos de natureza

criminal.

Atuação perante pessoa embriagada

Tentar despertar, encaminhar ou acalmar com cuidado. Sob efeito do álcool, o raciocínio está afetado: paciência e bom

senso são fundamentais.

Se quer ir para casa mas não consegue dar indicações, evitar rebuscar bolsos; se for indispensável, os materiais exigem

testemunhas identificadas.

Não permitir que caminhe sozinha junto de muros, pontes, depósitos de água, trânsito intenso ou outros perigos.

Preferir que vizinho, familiar ou amigo conhecido a acompanhe, quando adequado.

Onde recorrer

Recurso Nos diapositivos

S.A.A.P. Sociedade Antialcoólica Portuguesa.

ICAD, I.P. Instituto para os Comportamentos Aditivos e Dependências.

Linha Vida 1414, indicada nos slides como disponível das 10h às 18h.

UTITA Unidade de tratamento intensivo de toxicodependências e

alcoolismo, Base Naval de Lisboa, Alfeite.

Primeira linha de atendimento, “os primeiros socorros”

Reduzir estímulos externos: barulho, luz, movimentos repentinos e agitação.

Falar com muita calma e paciência, porque a compreensão pode estar reduzida.

Manter num local arejado, minimamente reservado e vigiado.

Manter contacto verbal regular quando estiver sonolento e estar preparado para mudanças bruscas de comportamento.

Usar luvas ou barreira para manipular objetos associados ao consumo.

Tomar a iniciativa de informar sobre instituições de tratamento.

Encaminhar para CAT da área ou Hospital quando a situação for preocupante.

Comunicar a familiares ou amigos quando adequado.

Não esquecer: os materiais pedem que se encare a pessoa como doente fragilizado, sem deixar de cumprir o princípio da

legalidade perante ilícitos criminais.

ATUAÇÃO Álcool entre polícias

Secção 134 apontamentos

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Os slides referem normalização do abuso, situações stressantes/traumáticas e stress pós-traumático como fatores

associados. A orientação é auxiliar, não julgar nem afastar, apoiar, compreender e encaminhar para meios internos ou

externos.

Secção 1438 apontamentos

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Violência doméstica: atendimento e acolhimento

Este capítulo cruza a matéria de vitimação, violência, crianças, idosos e comunicação com vítimas.

Os materiais disponíveis referem violência doméstica em vários módulos, mas não foi localizado um PDF autónomo de VD. Este resumo limita-se ao que esses materiais

suportam.

Onde a VD aparece na disciplina

A violência doméstica surge nos diapositivos como uma das formas/tipos de violência e como contexto de vitimação familiar.

Em crianças, a violência entre o casal é apresentada como modelo que pode legitimar a violência na resolução de conflitos.

Em idosos, relações familiares marcadas por violência podem fazer com que esta seja internalizada como padrão “normal”.

Atendimento e acolhimento: núcleo essencial

CHAVE Princípio-base

O acolhimento não é apenas recolha de factos. Tem uma vertente processual penal e outra psicossocial. A qualidade do

primeiro contacto pode influenciar a confiança da vítima e a forma como lida com o processo.

Tratar cada vítima como caso único, com respeito e sem culpabilização.

Procurar ambiente reservado, com privacidade e confidencialidade, sempre que possível.

Manter interação calma e transmitir apoio e segurança.

Deixar a vítima contar a história com as suas próprias palavras e ao seu ritmo.

Acreditar/validar a experiência comunicada sem transformar o primeiro contacto num confronto ou julgamento da vítima.

Não pressionar para “esquecer”, nem censurar reações emocionais.

Informar a vítima sobre o que vai acontecer, a importância dos atos e os seus direitos.

Encaminhar para ajuda especializada e, quando apropriado, facilitar contacto com familiares/amigos de confiança.

Em situações com necessidade médica ou vestígios, assegurar encaminhamento hospitalar e preservação dos elementos

relevantes, explicando o porquê de cada passo.

Reduzir situações que possam produzir vitimação secundária, como culpabilizar, ridicularizar ou obrigar a repetições

desnecessárias.

O que NÃO fazer

Evitar Porquê

Culpabilizar a vítima Contraria uma das 5 regras de ouro e pode agravar a vitimação

secundária.

Dar sermões ou emitir juízos sobre o agressor durante o acolhimento A prioridade indicada é tranquilizar, apoiar e transmitir segurança.

Pressionar por pormenores além do necessário O relato deve respeitar o ritmo da vítima e a recolha deve ser adequada

ao procedimento.

Minimizar ou normalizar violência familiar Os materiais mostram que a normalização da violência é um contexto de

risco, não uma justificação.

Dizer “esqueça tudo” Os diapositivos recomendam o contrário: processamento emocional,

partilha com pessoas de confiança e retorno progressivo às atividades.

DECORAR Atendimento em 6 verbos

ACOLHER → ESCUTAR → NÃO CULPABILIZAR → INFORMAR → PROTEGER/PRESERVAR → ENCAMINHAR.

Secção 1535 apontamentos

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Crianças e jovens: risco, perigo e intervenção

Distinguir risco de perigo muda o patamar de resposta.

Aulas 12 e 13: Maus-Tratos a Crianças e Jovens e Bullying, pp. 3-19.

Maus-tratos

Podem resultar de ação ou ausência de ação e comprometer o desenvolvimento integral, os direitos, a saúde, a segurança e o

bem-estar físico/emocional. A OMS é citada para abranger maus-tratos físicos, emocionais, sexuais e negligência em relações

de responsabilidade, confiança ou poder.

Tipo de comportamento Exemplos gerais nos materiais

Ativo Maus-tratos físicos, emocionais ou sexuais.

Passivo Omissão ou negligência nos cuidados e/ou afetos.

Risco vs perigo

Risco Perigo

Situação de vulnerabilidade que, se não for superada, pode vir a Probabilidade séria de dano ou dano já ocorrido, quando resulta de

determinar futuro perigo ou dano para segurança, saúde, formação, ação/omissão dos pais, representante legal, guarda de facto,

educação ou desenvolvimento integral. terceiros ou da própria criança sem oposição adequada de quem

devia protegê-la.

DECORAR Imagem mental

RISCO = ainda pode evoluir para dano. PERIGO = probabilidade séria de dano ou dano já presente.

Fatores de risco principais

Pais/cuidadores: doença psiquiátrica, abuso de álcool/drogas, maternidade adolescente, historial de

maus-tratos/negligência, incapacidade física, expectativas não satisfeitas sobre a criança, antecedentes criminais,

impulsividade e baixo nível socioeconómico/cultural.

Ambiente familiar: disciplina demasiado permissiva ou punitiva, conflitos conjugais, violência entre o casal e dificuldades na

relação pais-filhos/competência parental.

Situações de perigo exemplificadas

Abandono ou criança entregue a si própria.

Maus-tratos físicos/psíquicos ou abuso sexual.

Ausência de cuidados/afeição adequados.

Atividades ou trabalhos excessivos/inadequados/prejudiciais.

Comportamentos que afetem gravemente segurança ou equilíbrio emocional.

Consumos/atividades da própria criança que afetem gravemente saúde, segurança, formação, educação ou

desenvolvimento, sem oposição adequada de quem a protege.

Princípios de intervenção das Forças de Segurança

INTERESSE SUPERIOR DIREITOS DA VÍTIMA INTERVENÇÃO MÍNIMA PRESERVAÇÃO DA PROVA

Secção 1614 apontamentos

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Os procedimentos básicos distinguem situações de emergência e procedimentos de urgência na ausência de consentimento,

nos termos da LPCJ.

CPCJ e urgência

Perigo atual ou iminente para vida/integridade física ou psíquica: com consentimento dos pais, a CPCJ pode aplicar medida

cautelar.

Sem consentimento ou sem possibilidade de o recolher: os slides remetem para os procedimentos de urgência dos artigos

91.º e 92.º da LPCJ, com intervenção das autoridades policiais e comunicação ao Ministério Público.

Avaliar a gravidade e articular com ECMIJ ou CPCJ de acordo com o patamar de intervenção e necessidade de medida de

promoção e proteção.

ATENÇÃO Exemplos de emergência

Criança sozinha e abandonada sem adulto protetor; medo intenso e recusa de voltar a casa; ameaça/tentativa parental de

a matar; marcas compatíveis com arma mortal/agressões repetidas; mau trato conhecido sem proteção parental; qualquer

perigo iminente para vida ou integridade física.

Secção 1737 apontamentos

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Bullying

Intencionalidade + desigualdade de poder + continuidade.

Aulas 12 e 13: secção Bullying, pp. 37-56.

Conceito e pressupostos

Bullying é apresentado como subconjunto do comportamento agressivo. Um aluno está vitimizado quando é exposto

repetidamente, ao longo do tempo, a ações negativas de uma ou mais pessoas.

Intencional.

Deliberadamente ofensivo.

Viola direitos dos outros.

Existe desequilíbrio de poder entre agressor(es) e vítima.

A vítima tem dificuldade em defender-se.

As agressões repetem-se no tempo.

Cria-se um clima hostil.

DECORAR Três palavras

INTENCIONALIDADE • DESIGUALDADE • CONTINUIDADE.

Como se manifesta

Forma Exemplos

Direto verbal Chamar nomes, sarcasmo, calúnias, gozar com características pessoais.

Direto físico Puxar, pontapear, bater, beliscar e outras formas de violência física.

Indireto emocional Excluir, atormentar, ameaçar, manipular, amedrontar, chantagear,

ridicularizar, ignorar.

Exclusão social/racismo Ofensas ligadas à cor da pele ou diferenças culturais, étnicas ou

religiosas.

Cyberbullying Uso repetido e deliberado de TIC, SMS, e-mail ou páginas online para

hostilizar e magoar.

Fatores de risco e proteção

Risco Proteção

Individuais: estilos de personalidade/relacionamento e Apoio de amigos, família, colegas e professores; práticas educativas

temperamento. Escolares: falta de supervisão, regras e vigilância. ajustadas; regras definidas; apoio afetivo;

Sociais: violência local e tolerância à violência. Familiares: falta de autoestima/autoconfiança adequadas; tolerância à frustração.

atenção/afeto, estilo autoritário, disciplina dura/inconsistente,

modelos agressivos, maus-tratos, negligência e abuso sexual.

Sinais na vítima

Comportamentais/sociais: alterações alimentares e do sono, pesadelos, desinteresse por atividades, mudança de amigos,

automutilação ou ameaças/tentativas de suicídio.

Físicos: cortes, arranhões, hematomas, dores de cabeça/estômago, bens danificados ou desaparecidos.

Secção 186 apontamentos

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Emocionais: isolamento/timidez, ansiedade, depressão, agressividade.

Académicos: recusa em ir à escola, alteração do percurso/pedido de acompanhamento, resultados mais fracos.

ATUAÇÃO Apoiar

Os diapositivos mostram a vítima rodeada por professores, PSP, família, auxiliares e colegas. A resposta é coletiva: não

incentivar o agressor, não divulgar imagens, incluir e apoiar a vítima e contar a um adulto.

Secção 1938 apontamentos

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Maus-tratos a pessoas idosas

A violência pode esconder-se em relações de confiança, cuidado e dependência.

Aula 14: Maus-Tratos a Idosos, pp. 3-24.

Conceito e estigmas

Os materiais usam a definição da OMS: ação única ou repetida, ou ausência de uma ação devida, que cause sofrimento ou

angústia à pessoa idosa numa relação em que exista expectativa de confiança.

Idadismo/Ageism é o preconceito e desvalorização das pessoas idosas em razão da idade. Os slides também referem

gerontofobia e desmontam mitos sobre doença, dependência, isolamento e rigidez.

Contextos familiares de vitimação

Contexto Essencial

1. Económico Falta de recursos para cuidados pode agravar tensões familiares.

2. Violência doméstica Violência antiga pode estar internalizada como padrão quotidiano

“normal”.

3. Tensão ou conflito familiar Discussões sobre responsabilidades de cuidados, críticas ao cuidador e

decisões sobre o destino do idoso podem desvalorizar autonomia,

liberdade e poder de decisão.

4. Perda de autonomia e privacidade A coabitação e consequente perda de privacidade associam-se a

conflitos intrafamiliares e podem favorecer violência.

5. Carência de apoio externo Falta de apoio de familiares, vizinhos e instituições contribui para o

risco.

DECORAR Foco especial 3 e 4

3 = tensão/conflito sobre cuidados e decisões, com desvalorização da autonomia. 4 = coabitação + perda de privacidade

→ mais conflito intrafamiliar → maior possibilidade de violência.

Outros contextos

Instituições: perda de autonomia/liberdade, abandono familiar, falta de intimidade, negligência medicamentosa/saúde,

violência emocional ou psicológica.

Casa, residindo só: isolamento aumenta exposição a comportamentos criminosos.

Rua: hábitos e trajetos previsíveis e objetos de valor podem aumentar vulnerabilidade.

Incapacidade: risco de decisões não legitimadas sobre saúde, internamento e bens, bem como abuso material/financeiro.

Porque pode não denunciar

Medo de represálias ou aumento da vitimação.

Medo de causar problemas ao agressor.

Culpa, vergonha e receio de ridicularização ou dano à reputação familiar.

Perda de memória/demência.

Dependência do cuidador/familiar.

ATUAÇÃO PSP

Sinalizar situações às autoridades competentes, reforçar proximidade e prevenção. O Programa Apoio 65, Idosos em

Secção 202 apontamentos

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Segurança, procura aumentar contacto, segurança, prevenção de risco e rede de ligação com a PSP e entidades de apoio.

Secção 2136 apontamentos

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Tráfico de seres humanos e imigração ilegal

A fronteira não define o tráfico; a exploração e o controlo definem a relação.

Aula 15: Tráfico de Seres Humanos, pp. 2-16.

Causas estruturantes referidas

Pobreza e falta de oportunidades de emprego.

Falta de acesso à educação.

Imigração ilegal e processos migratórios desestruturados.

Globalização.

Desigualdades socioeconómicas, incluindo das mulheres.

TSH vs imigração ilegal

Tráfico de seres humanos Imigração ilegal

Envolve força, fraude ou coação real/percebida/implícita, exceto Os visados geralmente cooperam.

quando está em causa menor.

Viola Direitos Humanos. Infringe leis do Estado.

A relação vítima/explorador não termina. A relação geralmente termina com a entrada no território.

Pode ocorrer dentro do mesmo país e não exige transposição de Pressupõe sempre transposição de fronteira de um Estado.

fronteira internacional.

DECORAR Decorar

TSH pode ser interno. Imigração ilegal exige fronteira. TSH centra-se em controlo/exploração; imigração ilegal centra-se

na entrada/transposição irregular.

Indicadores de possível vítima

Físicos Emocionais Comportamentais

Exaustão, malnutrição, sinais de abuso, falta de Medo, vergonha, nervosismo, preocupação, Evasiva/alteração da história, ansiedade,

higiene, roupa desadequada, possível depressão, confusão. minimização, relutância em falar/discordar,

dependência de álcool/drogas. sinais de controlo, acompanhante responde por

ela, desconhecimento da língua.

No local de crime

Não quebrar a confiança das presumíveis vítimas.

Pedir que permaneçam onde estão e registar onde cada uma foi encontrada.

Questionar uma pessoa de cada vez, sempre que possível com equipas multidisciplinares.

Perguntar onde trabalha, dorme, come e onde estão os seus pertences.

Proteger o local; pedir que não mudem de roupa; manter equipamentos eletrónicos ligados.

Observar quem fala pelo grupo, quem detém documentos e dinheiro, quem tem liberdade de movimentos, onde dormem e

qual a rotina diária.

ATUAÇÃO Policiamento de proximidade

Secção 223 apontamentos

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Não presumir que uma situação é apenas “tradicional” sem a compreender. Os materiais sublinham que não é necessária

prova conclusiva para suspeitar e agir em conformidade.

Secção 2337 apontamentos

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Mutilação Genital Feminina (MGF)

O “a saber” dos diapositivos, condensado para memorização.

Aula 16: Mutilação Genital Feminina, pp. 2-17.

Definição

MGF engloba procedimentos que implicam remoção parcial ou total dos órgãos genitais femininos ou outros danos nos

órgãos genitais por razões não terapêuticas. Os materiais associam-na a práticas tradicionais de iniciação/purificação,

castidade, moralidade, virgindade e pertença ao grupo.

Tipos

Tipo Descrição essencial

I • Clitoridectomia Remoção total ou parcial do clítoris e/ou prepúcio do clítoris.

II • Excisão Remoção total ou parcial do clítoris e dos pequenos lábios, com ou sem

excisão dos grandes lábios.

III • Infibulação Estreitamento do orifício vaginal por corte e aposição dos pequenos

e/ou grandes lábios, com ou sem excisão do clítoris.

IV • Outros Outras intervenções nefastas não médicas: punção, perfuração, incisão,

escarificação, cauterização, etc.

A saber

Incidência especial em regiões de África, Ásia, América Central/Sul e comunidades migrantes. Nos materiais, a Guiné-

Bissau é destacada como a comunidade com maior representação em Portugal, seguida de Guiné-Conacri, Senegal e Egito.

É referida sobretudo entre os 4 e 14 anos e associada a ritual de passagem, honra familiar, pertença, controlo da

sexualidade, virgindade/castidade e requisito matrimonial.

Portugal é apresentado nos slides como país de risco por ser destino de comunidades provenientes de países onde a

prática existe.

Consequências graves e irreversíveis: dor intensa, hemorragias, infeções/dificuldades urinárias, abcessos/quistos,

problemas menstruais, infertilidade e risco de infeção por falta de esterilização.

A prática é considerada irreversível; o tratamento pode atuar sobre sequelas.

DECORAR Enquadramento referido nos slides

Artigo 144.º-A: MGF punida com prisão de 2 a 10 anos; atos preparatórios punidos até 3 anos. Memoriza a lógica e os

números apenas se o docente os tiver indicado para avaliação.

Contacto policial

Criar relação de confiança e respeito com vítima/potencial vítima e familiares.

Não reagir de forma que provoque vergonha ou sensação de anormalidade.

Se necessário intérprete, preferir mulher que não pertença à mesma comunidade/família, para reduzir influência e inibição.

Dar tempo, ouvir bem e evitar preconceitos culturais/religiosos.

Usar linguagem respeitosa e compreensível para a vítima, evitando terminologia que a diminua.

Explicar claramente que a prática é ilegal e que a lei pode ser usada para a prevenir.

Secção 2410 apontamentos

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Avaliar risco

Saber se família/comunidade pratica MGF e se há familiar do sexo feminino já submetida.

Apurar quem pretende a prática.

Verificar existência de excisora/grupo, viagem para país associado à prática, evento incomum, recolha de donativos ou

pagamento extraordinário.

Se o risco for urgente, sinalizar/encaminhar para meio protegido e seguir procedimentos aplicáveis a crianças/jovens em

risco.

Sinais pós-prática: dor aguda/sofrimento emocional, mudança súbita de comportamento, reserva/isolamento,

absentismo/isolamento escolar ou revelação por criança/familiar.

Secção 2536 apontamentos

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Stress, burnout e forças de segurança

Quando as exigências ultrapassam os recursos percebidos, o sistema começa a chiar.

Aula 18: Gestão do Stress e Tempo, pp. 3-27.

Contextualização do stress

Stress é uma resposta psicofisiológica e comportamental a acontecimentos que provocam desequilíbrio no bem-estar e que

persiste enquanto o indivíduo não consegue restabelecer o equilíbrio/adaptar-se. Pode surgir em luta, fuga, paralisia, choro

ou grito.

Stress positivo Stress negativo

Motiva, clarifica pensamento, mantém foco, torna o trabalho Debilita, gera confusão, sensação de sobrecarga, distração,

desafio, facilita concentração, dá realização e otimismo. sentimento de falha e pessimismo.

Stress ocupacional

É stress associado às funções desempenhadas. Pode resultar da acumulação de stressores como conflito/ambiguidade de

papéis, relações interpessoais conflituosas, más condições físicas e discordância entre indivíduo e papel.

CHAVE Modelo explicativo

O stress ocupacional surge quando existe grande diferença entre exigências do meio e capacidades/recursos pessoais

percebidos para responder.

Nas Forças de Segurança

As FS acrescentam a stressores comuns, como turnos e excesso de horas, ocorrências anormais: rixas/desordens, acidentes

graves, armas de fogo e situações de risco para a própria vida ou a de terceiros. A imprevisibilidade é central: uma situação

aparentemente simples pode transformar-se em alto risco.

Sinais fisiológicos: dores, alterações de peso, palpitações, tensão arterial, falta de ar, problemas gastrointestinais, entre

outros.

Psicológicos: insónias, ansiedade, depressão, confusão, perda de memória, hipervigilância, baixa autoestima.

Comportamentais/emocionais: fadiga, irritabilidade, agressividade, abuso de álcool/tabaco, isolamento, erros/acidentes,

absentismo, problemas de concentração e emoções incontroláveis.

Burnout

É apresentado como resposta ao stress ocupacional experienciado de forma continuada durante longo período, envolvendo

fadiga e frustração acentuadas.

Modelo das 3 dimensões de Maslach Sinal-chave

Exaustão emocional Sensação de já não ter condições para lidar com o trabalho; tudo

parece excessivamente exigente.

Despersonalização ou cinismo Distanciamento e frieza perante colegas e cidadãos.

Baixa realização pessoal Perda de sentido/realização, associada a pessimismo, baixa

autoestima e perda de objetivos.

ATENÇÃO Sequência de risco

Secção 2614 apontamentos

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Stress prolongado + coping inadequado pode evoluir para burnout; em situações mais críticas, os materiais referem

possível evolução para ideação suicida.

Coping

Coping são as formas desenvolvidas para lidar com ameaças e adaptar-se à situação. Estratégias centradas na resolução do

problema são apresentadas como mais eficazes e saudáveis; evitamento pode aliviar no curto prazo, mas ser prejudicial no

médio/longo prazo.

Partilhar preocupações e sentimentos.

Cuidar do sono, descanso, alimentação e condição física.

Respirar calmamente, repensar e relativizar após situação stressante.

Pedir ajuda especializada quando necessário.

Controlar álcool, tabaco e cafeína.

Gerir tempo e definir prioridades.

Usar técnicas de relaxamento, apoio social e apoio a colegas.

Secção 2737 apontamentos

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Suicídio nas Forças de Segurança e QPR

Reconhecer, comunicar, agir e encaminhar.

Aula 19: Suicídio nas Forças de Segurança, pp. 4-35.

Mitos que os slides querem desmontar

“Quem fala em suicídio só quer atenção.”

“Acontece sempre de forma impulsiva e sem aviso.”

“Quem mostra melhoria depois de uma tentativa já está fora de perigo.”

“Falar de suicídio coloca a ideia na cabeça da pessoa.”

“Quem tenta tem sempre perturbação mental.”

“Depois de uma tentativa nunca volta a tentar.”

CHAVE Ideia central

O suicídio é um fenómeno complexo. Nos slides, a pessoa pode não desejar propriamente a morte, mas querer terminar

uma situação de desespero para a qual não vê alternativa.

Fatores de risco gerais e específicos das FS

Gerais Específicos das FS

Individuais, situacionais e socioculturais: histórico familiar/doença, Estrutura rígida/hierarquizada, burocracia, pouca participação, cultura

tentativas anteriores, acesso a meios letais, acontecimentos de vida, policial e relutância em pedir ajuda, dificuldade de conciliar outros

isolamento, desemprego, estigma, dificuldade de acesso a cuidados, papéis, isolamento social, turnos/destacamentos, acesso a armas,

vulnerabilidade da personalidade. imagem pública negativa/falta de reconhecimento e stress elevado.

Fatores protetores

Capacidade de resolução de problemas/conflitos.

Iniciativa em pedir ajuda, valorização pessoal e projetos de vida.

Competências de comunicação e abertura à aprendizagem.

Bom relacionamento e apoio familiar/relações de confiança.

Emprego, integração social e acesso a serviços de saúde.

Primeiros socorros psicológicos

SINAIS DE ALERTA ESTADO MENTAL AVALIAR RISCO ACOMPANHAR ENCAMINHAR

Os slides referem ambivalência, impulsividade e rigidez cognitiva, formação de pares “gatekeepers” e capacitação para

sinalização e encaminhamento.

Como comunicar

Captar a atenção e transmitir que se leva a situação a sério.

Mostrar atenção, empatia, ausência de juízos e preocupação genuína.

Evitar discutir ou contestar o estado emocional.

Aproximação verbal progressiva, sem pressa e sem tempo pré-determinado.

Observar comunicação não-verbal.

Fazer perguntas com empatia e escuta ativa.

Secção 2829 apontamentos

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Aceitar que a pessoa fale sobre o plano suicida e procurar compreender o problema do ponto de vista dela.

Evitar frases genéricas como “Tudo vai ficar bem”.

Não fazer promessas que não se podem cumprir.

Usar perguntas abertas “O quê?”, “Quando?”, “Onde?”, “Como?” e evitar “Porquê?”.

ATENÇÃO Como NÃO comunicar

Interromper frequentemente; demonstrar choque; dizer que não tem tempo; inferiorizar; fazer comentários

invasivos/pouco claros; perguntas indiscretas.

QPR

Q • QUESTIONAR P • PERSUADIR R • REMETER

Passo O que significa

Questionar Questionar sobre o motivo/possível suicídio e usar o conhecimento

para prevenir.

Persuadir Persuadir a pessoa em crise a aceitar ajuda, agindo de imediato e

oferecendo apoio forte.

Remeter Remeter para entidade especializada: técnico de saúde, psiquiatra,

psicólogo ou outro recurso adequado.

DECORAR QPR em português dos teus slides

Questionar • Persuadir • Remeter.

Dicas para lidar com um polícia suicida

Não hesitar em falar sobre suicídio. Os slides afirmam que falar não “instala” a ideia.

Ser assertivo e demonstrar preocupação genuína.

Respeitar os próprios limites e não prometer ajuda que não consegue cumprir.

Priorizar a vida acima da preocupação com eventual retirada da arma.

Tomar precauções porque podem existir outras armas por perto.

Intervir e procurar ajuda: as consequências de conseguir ajuda não são tão permanentes como as de um suicídio.

ATUAÇÃO Recursos de prevenção referidos

Linhas SOS, apoio psicossocial, referenciação ao SNS, medidas cautelares de desarmamento, redefinição temporária de

funções, reavaliação psicológica, rastreio de álcool/substâncias, sensibilização e análise de casos anteriores.

Secção 2923 apontamentos

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Quadros explicativos que tens de reconhecer

A “teoria” nos materiais aparece sobretudo como modelos e evolução das explicações, não como uma lista única

de teorias.

Síntese cruzada das aulas 6, 8/9, 18 e 19.

Fenómeno Quadro explicativo no material O que memorizar

Vitimação Evolução de explicações causais centradas na Conhecer a evolução histórica sem reproduzir

eventual contribuição da vítima para uma “culpa da vítima”.

perspetiva de apoio e prevenção da

culpabilização.

Violência Modelo ecológico e visão multidimensional. Individual + relacional + comunitário + social,

influenciados por fatores

bio/psicossociais/culturais/políticos/económic

os.

Stress ocupacional Desajuste entre exigências do meio e Quanto maior o desfasamento e a acumulação

capacidades/recursos percebidos. de stressores, maior o risco de efeitos

negativos.

Burnout Resposta a stress ocupacional continuado. Exaustão emocional +

despersonalização/cinismo + baixa realização

pessoal.

Risco suicida nas FS Interação de fatores individuais, situacionais, Não há uma causa única; prevenção combina

socioculturais e organizacionais. sinais, comunicação, apoio e redução de acesso

a meios letais nos casos sinalizados.

Secção 3036 apontamentos

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Revisão de 10 minutos

Fecha o resto do PDF e tenta responder sem olhar.

Pergunta-relâmpago Resposta de bolso

Identidade pessoal Noção interna de nós próprios como indivíduos e da relação com o mundo.

Identidade social Características/marcadores atribuídos no âmbito da pertença a grupos.

Socialização Aprender e interiorizar normas, valores, crenças e papéis.

Mecanismos Identificação e aprendizagem por imitação, repetição, tentativa/erro,

recompensa/castigo.

ERICA Escutar, Recapitular, Interrogar, Combinar, Agradecer.

Assertividade Defender os próprios direitos sem violar os do outro.

Etnocentrismo Usar a própria cultura como padrão superior para julgar outras.

Estereótipo Ideia pré-concebida repetida sem fundamento.

Preconceito Atitude baseada em pré-julgamento, muitas vezes rumor.

Vitimação Direta, secundária e vicariante.

5 regras de ouro Caso único; respeito; não culpabilizar; informar; encaminhar.

Violência Uso/ameaça intencional de força ou poder com potencial de dano.

Modelo ecológico Individual, relacional, comunitário e social.

Pessoa agressiva Calma, firmeza, separar público, dar espaço se seguro, não punir/paternalizar,

limites claros, segurança.

Embriaguez Não é crime por si só; paciência, segurança e bom senso.

Linha Vida 1414, 10h-18h nos diapositivos.

Risco infantil Vulnerabilidade que pode evoluir para dano.

Perigo infantil Probabilidade séria de dano ou dano já presente.

Bullying Intencionalidade + desigualdade + continuidade.

Idosos 3 Tensão/conflito familiar sobre cuidados e decisões.

Idosos 4 Perda de autonomia/privacidade, especialmente em coabitação.

TSH vs imigração TSH pode ser interno e envolve exploração/controlo; imigração ilegal implica

fronteira.

MGF 4 tipos; risco 4-14 anos referido; grave/irreversível; confiança, não vergonha,

sinalizar risco.

Stress Resposta ao desequilíbrio; pode ser positivo ou negativo.

Burnout Exaustão emocional + cinismo/despersonalização + baixa realização.

QPR Questionar, Persuadir, Remeter.

Polícia suicida Falar, levar a sério, não prometer o impossível, prioridade à vida, precaução

com armas, encaminhar.

Secção 3147 apontamentos

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Teste final

50 questões de escolha múltipla. Faz sem consultar e corrige no fim.

1. A socialização é:

A) Apenas aprendizagem escolar

B) Processo de aprendizagem e interiorização social

C) Apenas imitação familiar

2. A socialização primária ocorre sobretudo:

A) Na primeira infância

B) Na reforma

C) Apenas no emprego

3. A identidade social distingue-nos:

A) Apenas biologicamente

B) Dentro de grupos sociais

C) Só juridicamente

4. Um mecanismo de socialização referido é:

A) Imitação

B) Isolamento total

C) Esquecimento

5. Etnocentrismo significa:

A) Aceitar todas as culturas como idênticas

B) Considerar a própria cultura superior e usá-la como padrão

C) Recusar ter cultura

6. Estereótipo é:

A) Ideia pré-concebida repetida sem fundamento

B) Prova direta

C) Norma jurídica

7. Preconceito baseia-se frequentemente em:

A) Rumores e pré-julgamentos

B) Peritagem obrigatória

C) Sentença judicial

8. Na técnica ERICA, o R é:

A) Reprimir

B) Recapitular

C) Reformar

9. Na técnica ERICA, o C é:

A) Combinar

B) Condenar

C) Cortar

10. Assertividade permite:

A) Defender direitos violando os alheios

B) Evitar qualquer conflito

C) Defender direitos respeitando os dos outros

11. Comportamento agressivo:

A) É hostil e pode violar direitos alheios

B) É sempre assertivo

C) É sempre passivo

Secção 3253 apontamentos

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12. Uma atitude adequada perante pessoa difícil é:

A) Personalizar o ataque

B) Manter calma e focar a situação

C) Dizer que é mal-educada

13. Vitimação secundária decorre:

A) Apenas do crime inicial

B) Da resposta de terceiros/instituições à vítima

C) Apenas de familiares

14. Vitimação vicariante afeta:

A) Apenas o agressor

B) Pessoas próximas da vítima direta

C) Só polícias

15. Qual NÃO é regra de ouro?

A) Culpabilizar para obter detalhes

B) Informar

C) Encaminhar

16. A vítima deve ser tratada como:

A) Caso padronizado

B) Caso único

C) Fonte de prova apenas

17. Violência segundo os materiais envolve:

A) Apenas força física

B) Uso/ameaça intencional de força ou poder com risco de dano

C) Qualquer desacordo

18. Agressão é:

A) Ação que visa provocar dano

B) Apenas traço de personalidade

C) Sinónimo de diálogo

19. Agressividade é sobretudo apresentada como:

A) Predisposição/característica

B) Sentença

C) Tipo de vítima

20. No modelo ecológico, “escola” surge no nível:

A) Individual

B) Comunitário

C) Biológico apenas

21. Uma expressão de violência é:

A) Negligência

B) Apenas divergência

C) Silêncio neutro

22. Sinal de possível escalada agressiva:

A) Mandíbula tensa e aumento da voz

B) Sono tranquilo

C) Redução total da tensão

23. Perante pessoa violenta, deve-se:

A) Responder no mesmo tom

B) Usar calma e firmeza

C) Humilhar perante público

24. Se não há perigo imediato:

A) Pode ser útil dar espaço

B) Deve provocar confronto

C) Deve tocar continuamente na pessoa

Secção 3353 apontamentos

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25. Uma pessoa embriagada:

A) É criminosa pelo estado de embriaguez

B) Não é criminosa salvo se cometer atos criminais

C) Deve ser sempre detida

26. Linha Vida nos slides:

A) 1414

B) 1444

C) 1122

27. Primeira linha perante toxicodependente inclui:

A) Aumentar barulho

B) Reduzir estímulos externos

C) Ridicularizar e pressionar

28. Risco numa criança é:

A) Vulnerabilidade que pode evoluir para dano

B) Dano sempre consumado

C) Ausência total de vulnerabilidade

29. Perigo numa criança é:

A) Apenas possibilidade distante

B) Probabilidade séria de dano ou dano já ocorrido

C) Apenas baixo rendimento escolar

30. Princípio de intervenção com criança:

A) Interesse superior

B) Exposição pública

C) Intervenção máxima em todos os casos

31. Sem consentimento em perigo atual/iminente, os slides remetem:

A) Para ignorar

B) Para procedimentos de urgência LPCJ com polícia e comunicação ao MP

C) Para esperar indefinidamente

32. Bullying exige:

A) Um único desacordo acidental

B) Intencionalidade, desequilíbrio e repetição

C) Só violência física

33. Cyberbullying utiliza:

A) TIC para hostilizar deliberada e repetidamente

B) Apenas contacto presencial

C) Apenas documentos oficiais

34. Sinal académico de bullying:

A) Recusa em ir à escola

B) Melhoria inevitável de notas

C) Nenhuma alteração possível

35. Contexto 3 de maus-tratos a idosos:

A) Tensão/conflito familiar

B) Só rua

C) Apenas instituição

36. Contexto 4 de maus-tratos a idosos:

A) Perda de autonomia e privacidade

B) Só pobreza

C) Apenas telemarketing

37. Um motivo para não denunciar maus-tratos em idosos:

A) Medo de represálias

B) Excesso de autonomia

C) Ausência de relação com cuidador

Secção 3453 apontamentos

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38. TSH:

A) Exige sempre fronteira internacional

B) Pode ocorrer dentro do mesmo país

C) Termina sempre na fronteira

39. Imigração ilegal, segundo a comparação dos slides:

A) Pressupõe transposição de fronteira estatal

B) Nunca envolve fronteira

C) É sinónimo perfeito de TSH

40. Indicador de TSH:

A) Acompanhante controla documentos/fala pela pessoa

B) Liberdade plena e coerente

C) Nenhum medo e total autonomia

41. MGF tipo I:

A) Clitoridectomia

B) Infibulação

C) Apenas cauterização

42. MGF tipo III:

A) Infibulação

B) Apenas punção

C) Nenhuma alteração genital

43. No contacto MGF, o polícia deve:

A) Demonstrar choque e vergonha

B) Criar confiança e respeito

C) Ridicularizar a prática

44. Stress é:

A) Resposta psicofisiológica e comportamental ao desequilíbrio

B) Sempre doença

C) Sempre positivo

45. Stress ocupacional aparece quando:

A) Exigências e recursos estão sempre equilibrados

B) Há grande desfasamento entre exigências e capacidades percebidas

C) Não existe trabalho

46. Burnout decorre de:

A) Stress ocupacional continuado

B) Um único momento de alegria

C) Ausência de exigências

47. Uma dimensão de Maslach:

A) Despersonalização/cinismo

B) Etnocentrismo

C) Xenofobia

48. QPR significa:

A) Questionar, Persuadir, Remeter

B) Querer, Punir, Reter

C) Questionar, Proibir, Reprimir

49. Ao comunicar com pessoa em risco suicida:

A) Evitar escuta ativa

B) Usar empatia e perguntas abertas

C) Dizer “não tenho tempo”

50. Perante colega polícia suicida:

A) Evitar falar de suicídio

B) Priorizar a vida e procurar ajuda, com precaução relativamente a armas

C) Prometer tudo o que pedir

Secção 351 apontamentos

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Secção 3634 apontamentos

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Gabarito e checklist final

Corrige. Depois revê apenas as caixas onde falhaste.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

1-B 2-A 3-B 4-A 5-B 6-A 7-A 8-B 9-A 10-C

11-A 12-B 13-B 14-B 15-A 16-B 17-B 18-A 19-A 20-B

21-A 22-A 23-B 24-A 25-B 26-A 27-B 28-A 29-B 30-A

31-B 32-B 33-A 34-A 35-A 36-A 37-A 38-B 39-A 40-A

41-A 42-A 43-B 44-A 45-B 46-A 47-A 48-A 49-B 50-B

Checklist: consigo explicar sem olhar?

☐ A diferença entre identidade pessoal e social.

☐ Socialização primária vs secundária e mecanismos de socialização.

☐ Cultura, valores e normas.

☐ Etnocentrismo, estereótipo, preconceito e discriminação.

☐ Os 5 passos exatos de E.R.I.C.A.

☐ Passivo vs agressivo vs manipulativo vs assertivo.

☐ Vitimação direta, secundária e vicariante.

☐ As 5 regras de ouro.

☐ Agressividade vs agressão vs violência.

☐ As quatro expressões de violência.

☐ Os 4 níveis do modelo ecológico.

☐ As orientações básicas perante pessoa violenta/agressiva.

☐ Álcool na sociedade, primeira linha de atendimento e Linha Vida.

☐ O núcleo do atendimento e acolhimento de vítimas.

☐ Risco vs perigo em crianças.

☐ Princípios e procedimentos de intervenção com crianças/jovens.

☐ Os 3 pressupostos-base do bullying e formas direta/indireta/cyber.

☐ Contextos 3 e 4 dos maus-tratos a idosos.

☐ TSH vs imigração ilegal e indicadores de vítima.

☐ Os 4 tipos de MGF e “a saber”.

☐ Stress, stress ocupacional, burnout e 3 dimensões de Maslach.

☐ Fatores de stress específicos nas FS e coping.

☐ Fatores de risco/proteção no suicídio das FS.

☐ QPR e dicas perante polícia suicida.

Secção 3722 apontamentos

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Fontes do resumo

Materiais utilizados para garantir fidelidade à disciplina.

Aula 2 - Socialização

Aula 3 - Cultura, Valores e Normas

Aulas 4 e 5 - Gestão de Conflitos

Aula 6 - Vitimação

Aula 7 - Alcoolismo e Consumo de Substâncias Psicotrópicas

Aulas 8 e 9 - Violência, Agressão e Agressão Sexual

Aulas 12 e 13 - Maus-Tratos a Crianças e Jovens e Bullying

Aula 14 - Maus-Tratos a Idosos

Aula 15 - Tráfico de Seres Humanos

Aula 16 - Mutilação Genital Feminina

Aula 18 - Gestão do Stress e Tempo

Aula 19 - Suicídio nas Forças de Segurança

NOTA Nota de fidelidade

O resumo reorganiza e simplifica os diapositivos para estudo. Quando o material não sustentava uma lista ou definição

específica, não foram acrescentadas teorias externas. A secção de violência doméstica foi construída apenas com as

referências existentes nos módulos de vitimação, violência, crianças, idosos e comunicação com vítimas.

CHAVE Última linha antes do teste

Não tentes decorar o PDF inteiro. Domina as caixas DECORAR, as tabelas de diferenças e as sequências de atuação. O

resto serve para conseguires explicar o porquê.

Verificação

Fontes oficiais de referência

Última verificação técnica das ligações e diplomas-base: 12 de agosto de 2026. Alterações posteriores podem tornar partes do resumo desatualizadas.

Próximo passo

Treinar exames PSPPreparação física progressivaConfirmar recrutamento oficial